Achados e Perdidos - Stephen King

Saudações, caros leitores, como vocês estão?

Stephen King é um daqueles autores que dificilmente conseguem te decepcionar. Apesar de contarem com tramas diferentes, estava moderadamente ansioso e empolgado para ler Achados e Perdidos, sequência de Mr. Mercedes, primeiro volume da trilogia Bill Hodges, que também trabalha com assuntos psicológicos. Uma história baseada nos limites do fanatismo e o amor pela literatura. 



“— Acorde, gênio.”
Assim King começa a história de Morris Bellamy. O gênio é John Rothstein, um autor consagrado que há muito abandonou o mundo literário. Bellamy é seu maior fã e seu maior crítico. Inconformado com o fim que o autor deu a seu personagem favorito, ele invade a casa de Rothstein e rouba os cadernos com produções inéditas do escritor, antes de matá-lo. Morris esconde os cadernos pouco antes de ser preso por outro crime. Décadas depois, é Peter Saubers, um garoto de treze anos, quem encontra o tesouro enterrado. Quando Morris é solto da prisão, depois de trinta e cinco anos, toda a família Saubers fica em perigo. Cabe ao ex-detetive Bill Hodges e a seus ajudantes, Holly e Jerome, protegê-los de um assassino agora ainda mais perigoso e vingativo.




A trama se inicia em meados de 1978, quando a residência de John Rothstein, escritor aposentado que ganhou reconhecimento com a sua trilogia O Corredor, foi invadida por três rapazes, sendo que um deles era Morris Bellamy, seu grande fã e quem estava comandando toda a invasão. Insatisfeito com o final que o autor deu à Jimmy Gold, seu personagem favorito, ele obriga Rothstein a entregar seus manuscritos, porém, após uma discussão, acaba matando seu ídolo, além de roubar dezenas de cadernos que continham anotações e histórias ainda não publicadas. Fanático como era, exclusividade era o que ele queria. Desta forma, decide não os vender, mesmo estando ciente que aqueles livros poderiam lhe proporcionar grandes lucros, mas acaba escondendo-os junto com uma parte do dinheiro roubado do cofre dentro de uma caixa em um tronco de árvore próximo da sua casa. Contudo, as coisas começaram a mudar quando ele foi condenado a passar quase 40 anos na prisão por outro crime em 1979. 

Passados 35 anos, Bellamy recebe sua liberdade condicional e vai em busca de seu maior tesouro: os manuscritos e o dinheiro, porém, nada encontra. Peter Saubers, um adolescente de 13 anos, foi quem achou a caixa anteriormente e estava usando o dinheiro encontrado para ajudar o pai, uma das pessoas que haviam escapado do atropelamento do Mr. Mercedes, a enfrentar a crise econômica que o país sofria no momento, além de ter tido a ideia de vender os cadernos. O que ele não sabia é que isso colocaria a sua vida e a de seus familiares em risco. 

Uma caixa. Um encontro. Uma consequência.

Rothstein pensou: E se ele puxar o gatilho? Seria o fim dos comprimidos. O fim dos arrependimentos e dos montes de relacionamentos desfeitos, que ficaram pelo caminho como carros quebrados. O fim da escrita obsessiva, de acumular caderno atrás de caderno como pilhas de cocô de coelho espalhadas por uma trilha no bosque. Uma bala na cabeça não devia ser tão ruim. Melhor do que câncer ou Alzheimer, o grande horror de qualquer um que passou a vida usando o cérebro como ganha-pão. Claro que haveria manchetes, e já tivera muitas antes mesmo da porcaria da história da Time... Mas, se ele puxar o gatilho, eu não vou ter que lê-las.
Pág.: 19

Depois de já ter lido vários livros do Stephen King, acredito que ele poderia ter dado mais de si nesta trama, já que seus elementos lhe permitiam uma maior exploração. Entretanto, ela ainda consegue ser superior à do primeiro volume, além de te deixar nervoso, ansioso e provocar nossas emoções, o que culminou em um rápido ritmo de leitura. Em um primeiro e rápido contato, a sinopse da obra pode deixar a impressão de que há muitas semelhanças com Misery (1987), já que ambos trabalham inteiramente com as consequências do fanatismo e a perversidade humana, porém, não passa disso, visto que seus desenvolvimentos e circunstâncias são completamente diferentes. 

Narrada em terceira pessoa, a trama de Achados e Perdidos é dividida em quatro partes e é apresentada sob o ponto de vista de Morris Bellamy, Peter Saubers e o detetive Bill Hodges, além de oscilar entre 1978 e 2014. Algumas pessoas podem considerar o enredo um pouco arrastado e enrolado em certos momentos, principalmente na segunda parte, onde há o retorno do trio já conhecido no primeiro volume: o detetive, Jerome Robinson e  Holly, que se unem para resolver mais um mistério. 

Os personagens foram bem desenvolvidos, apresentando histórias e dramas que conseguiram trazer alguns debates e reflexões, principalmente quando nos centramos na personalidade de Bellamy, que sofreu estrupo e tolerou os conflitos enquanto preso. Desta forma, percebe-se que a perversidade humana é algo bem explorado nestes livros e que os traumas que ficam podem moldar a nossa forma de pensar e de viver.

Capa do terceiro e último volume.

E deu certo, pensa. O grande problema foi não ter parado quando eu estava ganhando.
Mas.
Tarde demais agora.
Pág.:180

O final foi um pouco previsível, mas as emoções ainda se mantiveram. Achados e Perdidos, assim como seu antecessor, está longe de ser o melhor livro do autor, porém, não deixa de ser uma leitura indispensável dentro da trilogia, mesmo os títulos tendo histórias diferentes. Último Turno, terceiro e último volume, promete surpreender os leitores e dar um ótimo encerramento a série. 

A diagramação está simples, mas com um ótimo espaçamento entre linhas e um tamanho de fonte agradável. Na edição temos páginas amareladas e uma bela ilustração na capa, porém, a tradução do título (Finders Keepers) ficou um pouco fora do contexto, apesar de aparentar se referir a trama. Não encontrei erros aparentes na revisão. Leitura recomendada! 

Noites Roubadas - Rebecca Maizel

Olá pessoal, tudo bem com vocês ?

Leitores compulsivos sabem o trabalho que dá equilibrar o horário de leitura com outros compromissos, portanto as férias sempre vem acompanhadas de maratonas literárias nas quais colocamos em dia nossas séries favoritas e nos viciamos em novas histórias. Para encerrar o mês de Julho com chave de ouro, li a continuação de Dias Infinitos, e garanto que após a leitura dessa resenha eu espero que a lista de leituras de vocês ganhe um título a mais.



Um novo ano começa no Internato Wickham. Mas as coisas não são tão simples como parecem... No ano anterior, o grande amor da vida de Lenah Beaudonte morreu ao conduzir um ritual para torná-la humana outra vez. Agora, ela executou uma cerimônia idêntica para o amigo Vicken, sem nenhuma consequência drástica para nenhum dos dois. A poderosa mágica usada no culto fez mais que tornar Vicken humano. Ela atraiu alguém a Lover’s Bay... Alguém que não pertence à pequena e charmosa cidade. Ela quer o ritual; quer Lenah morta. E irá matar os amigos de Lenah um a um, até que a ex-vampira lhe entregue a fórmula. Como se não bastasse, o ritual também despertou a ira dos Aeris, os quatro elementos e mais fundamentais poderes da Terra. O resultado é uma punição capaz de esmagar o coração de Lenah... Ela deve fazer uma impossível escolha: amor ou vida; presente ou passado; anseio ou realidade.




Vampiros são seres mortos cujo processo de adaptação à nova realidade torna suas almas negras. Nada além dos quatro elementos do mundo natural (terra, água, fogo e ar) é capaz de desfazer esse erro. A magia elementar é capaz de trazer vida ao que está morto, mas também acarreta sérias conseqüências. Ao realizar o ritual para Vicken, Lenah deveria ter morrido, mas por ter uma alma gêmea, sua vida foi entrelaçada à de Rhode.O feitiço atraiu os Aeris, criaturas sobrenaturais que controlam o equilíbrio dos elementos, e com isso veio a punição: Apesar do amor que sentem, Lenah e Rhode não podem se entregar um ao outro, caso contrário voltariam a ser o que eram antes de terem a alma restaurada. Os Aeris não foram o único problema que a magia atraiu para o Internato Wickham, Odette, uma vampira sedenta por poder fará de tudo para conseguir ter acesso à formula do ritual.

Muito sangue será derramado...

Fico porque tem uma diferença extraordinária entre pensar em você e vê-la na forma mortal... Porque preciso, preciso, preciso estar perto de você, de qualquer jeito que puder.
Pág.: 104

Achei o segundo volume mais empolgante do que o primeiro, ele se inicia de forma bastante confusa, precisei retomar alguns pontos do livro anterior para conseguir me situar, entretanto, quando a história ganha ritmo, ela se torna viciante. O enredo é carregado de ação e o leitor consegue captar o medo da protagonista, ficando o tempo inteiro em estado de alerta para os perigos que se escondem no cenário. A narrativa é muito bem construída.

Não consegui odiar Odette por completo, ela é uma vampira impiedosa e persistente, mas se a analisarmos por outro ângulo, perceberemos que ela só se tornou isso porque Lenah fez o que fez (não posso dizer o que é pois é spoiler). Ela sim é a verdadeira vilã da história, considerada a Rainha dos Vampiros por sua lendária crueldade,e uma das mais poderosas que já caminhou sob a Terra, ela é extremamente egoísta em suas decisões, e ao mesmo tempo admirável por ser persistente e fiel aos seus amigos e desejos. Percebem? É impossível não gostar desses personagens, cada um carrega um passado fascinantemente obscuro.

...E uma nova rainha irá surgir.

Entrei no edifício com uma certeza absoluta no estômago.
Estava sendo caçada.
Pág.: 118

Minha opinião a respeito de Justin mudou bastante nessa continuação, até determinado ponto da obra ele é um adolescente bastante chato e quase irrelevante. Vicken que era o vilão do volume anterior torna-se um personagem divertido e sarcástico. Novamente, passado e presente se mesclam para dar ao leitor uma visão mais completa dos fatos. O final me surpreendeu, estou muito curiosa para saber o que a autora irá trabalhar na continuação dessa trilogia.

A capa é linda e segue um padrão parecido com o do volume que o antecede. A diagramação é simples e agradável aos olhos, as páginas possuem um tom amarelado e a fonte é de tamanho mediano. Leitura recomendada.

Trabalhando Em Uma Livraria

Hey pessoal, tudo bem?

Sei que muitos de vocês sonham em trabalhar nesse tempo maravilhoso chamado Livraria, e foi pensando nisso que decidi conduzir uma mini entrevista com Nicholas Calabria, um blogueiro que conseguiu o emprego dos sonhos *__*.




VdL: Como é trabalhar em uma livraria?
Nicholas: Tem aquele dia que você quer gritar pra todo mundo que você trabalhava em uma livraria e que ama demais os livros. Já tem outros em que você só queria ser um simples cliente, comprar um livro e ir para casa lê-lo debaixo das cobertas. Eu ultimamente tenho tido uma relação de amor e ódio com a livraria que eu trabalho. Mas no final tudo acaba bem. rs

VdL: Qual a melhor coisa sobre trabalhar em uma livraria?
Nicholas: Eita! Poderia enumerar várias coisas ótimas nessa resposta. Mas, acho que para mim, a melhor coisa é você indicar um livro pra pessoa, e essa pessoa voltar na livraria e te agradecer e bater um papo com você sobre o que ela achou da obra. MELHOR SENSAÇÃO! Se for um livro que eu sou super fã, dá vontade de pedir o whatsapp e chamar a pessoa pra tomar um café (já fiz isso, oi?).

VdL: Seu salário fica todo lá?
Nicholas: Já ficou mais. Ultimamente eu compro mais online por causa do preço.

VdL:  Você pode comprar livros antes do lançamento oficial?
Nicholas: Sim, se eles chegarem na livraria antes (o que as vezes nem acontece, só chega um dia antes do lançamento), aí sim.

VdL: Você já teve que consultar uma bola de cristal para descobrir qual o livro que o cliente estava procurando? Como foi? 
Nicholas: VÁRIAS VEZES! O cliente sempre acha que você já leu todos os livros que tem na livraria (o que é humanamente impossível). E ocorre de ele chegar dizendo que uma amiga viu o livro em um programa de TV, mas que ela não lembra o nome do autor, nem do livro e nem a sinopse. Só sabe que passou na TV, mas também não lembra o nome do programa. TIPO???? Juro que nesse dia eu joguei no Google de todas as formas possíveis e não consegui ajudar a pessoa. 

VdL: Indica muitos livros para os clientes? Qual indica mais?
Nicholas: Sempre! Gosto de indicar livros dos gêneros que mais leio, como YA contemporâneo, romances e chick-lits. Tenho indicado muito "Aristóteles e Dantes Descobrem o Segredo do Universo" e um que não se encaixa nos gêneros que citei acima, que é "Persépolis". 

VdL: Qual o estilo literário que mais vende?
Nicholas: Ultimamente são os Young Adults e livros de Youtubers.

VdL: Na sua livraria ocorrem eventos literários?
Nicholas: Não muitos, e quando ocorrem é porque eu lutei muito para que acontecesse. Percebo que as livrarias da minha cidade relutam muito quando o assunto é evento. 

VdL: Já ficou com vergonha quando alguém foi procurar um livro bem hot? Se sim, conte-nos um pouco sobre a experiência.
Nicholas: Nunca. Não sou de ler esse gênero literário, porém, sei de muitos livros e autoras por ler muitas resenhas. Então acabo indicando alguns sem vergonha alguma.

Espero que tenham gostado desse bate papo, afinal, o que seríamos sem nossos queridos livreiros?


Gigantes Adormecidos - Sylvain Neuvel

Saudações, caros leitores, como vocês estão?

Conhecido no exterior como um dos melhores inícios de série, Gigantes Adormecidos, escrito por Sylvain Neuvel, foi uma leitura atípica, mas que se mostrou dotada de qualidades desde o começo. Não poderia negar que a beleza artística da capa e sua sensibilidade chamaram bastante a minha atenção, assim como deve ocorrer com os amantes da astronomia e do universo.


Rose passeia de bicicleta pelo bosque perto de casa, quando de repente é engolida por uma cratera no chão. A cena intriga os bombeiros que chegam ao local para resgatá-la: uma menina de onze anos caída na palma de uma gigantesca mão de ferro. Dezessete anos depois, Rose é ph.D em física e a nova responsável por estudar o artefato que encontrou ainda criança. O objeto permanece um mistério, assim como os painéis que cercavam a câmara onde foi deixado. A datação por carbono desafia todas as convenções da ciência e da antropologia, e qualquer teoria razoável é rapidamente descartada. Quando outras partes do enorme corpo começam a surgir em diversos lugares do mundo, a dra. Rose Franklin reúne uma equipe para recuperá-las e montar o que parece ser um robô alienígena gigante quase tão antigo quanto a raça humana. Mas, uma vez montado o quebra-cabeças, ele se transformará em um instrumento para promover a paz ou causar destruição em massa? Parte ficção científica, parte thriller, Gigantes adormecidos é uma história viciante sobre a disputa pelo controle de um poder capaz de engolir todos nós.


No prólogo somos apresentados a Rose Franklin, ainda na infância, e ao momento em que ela caí em uma cratera que mais tarde se revelaria ser uma gigante mão. Após seu resgate, o exército isolou o local e passou a estudar o que havia na cratera, já que além dela, alguns misteriosos painéis foram encontrados e apresentavam uma desconhecida linguagem que até mesmo os melhores linguistas não conseguiram decifrar. O mais curioso sobre objeto é que ele desafia todos os conhecimentos, sobretudo sobre ciência e antropologia, e preceitos já estabelecidos, já que sua datação por carbono ficou entre 5 a 6 mil anos. 

Passados dezessete anos, Rose já é PhD. em física. Segundo ela, o evento ocorrido no passado não influenciou na escolha de sua carreira e que ela já era apaixonada pela ciência bem antes de ter caído. Após a morte do coronel Hudson, o projeto foi abandonado por 14 anos até que a universidade de Chicago assumiu a pesquisa com recursos da NSA (Agência de Segurança Nacional) e sob a responsabilidade de Rose. Devido a isso, ela se vê destinada a estudar a mão em que havia caído anos atrás, além de ir atrás, juntamente com a sua equipe, de novas peças e enfrentar as possíveis consequências que esta pesquisa resultará. 

Um toque nas estrelas. Um toque para mudanças. *

É razoável partir do princípio de que a evolução da maioria das espécies de hominídeos, senão todas seguiu mais ou menos os mesmos passos. Fazer fogo, inventar a roda, esse tipo de coisa. A capacidade de voar talvez fosse um bom critério, ou quem sabe voos espaciais. Se alguém olha para o céu, sem dúvida vai tentar chegar lá em algum momento, e espécies que conquistam o espaço precisam pelo menos estar abertas à possibilidade de que não estão sozinhas no Universo.
Pág.: 31

"Sensacional" talvez seja a melhor palavra para definir esta leitura. Com uma narrativa singular, Gigantes Adormecidos, primeiro volume da trilogia Os Arquivos de Themis, é desenvolvido através de entrevistas, em sua maioria, diários e peças jornalísticas, além de ser narrado em primeira pessoa, o que tornou esta experiência única e envolvente. Em um primeiro contato, esta estrutura narrativa pode causar estranheza, já que não é algo tão comum de se ver nos romances, podendo até cansar e levar alguns leitores a desistência por ser algo um pouco repetitivo. Por outro lado, no entanto, o prólogo é a única parte que é narrada de forma convencional.

Com um enredo emocionante, a trama apresenta diversos mistérios e uma singela filosofia, além de fazer alguns questionamentos, como "e o que acontecerá depois de montado?", pois, como constatado, a junção das "partes" encontradas nas crateras resultaria em um gigante robô alienígena e as suas intenções ainda eram desconhecidas. A própria identidade do entrevistador, que está comandando tudo, é um grande segredo, já que não sabemos nem seu nome e o pouco que é revelado durante as entrevistas deixa claro que ele não participa de nenhuma instituição governamental, mas que detêm grandes influências sobre elas. Como se tudo isso não bastasse, a história ainda apresenta alguns dados científicos, bem como inesperadas e marcantes reviravoltas que, de uma forma ou de outra impulsionarão o seu ritmo de leitura, além de "brincar" um pouco com a ambição e o psicológico humano, visto que alguns acidentes irão ocorrer durante o "resgate" das outras partes.

Gigantes Adormecidos apresenta personagens que destoam um do outro, como a Rose, que além de assumir um importante papel dentro da pesquisa, é bastante curiosa e, por conta disso, empenhada nos seus objetivos e no que está realizando. Por outro lado, Kara Resnik, 3ª subtenente do exército dos Estados Unidos, é uma desbocada, ousada e competente piloto de helicóptero, ao passo que seu copiloto, Ryan Mitchel, é íntegro e um pouco inteligente. Desta forma, é muito fácil se envolver com a história e seus personagens, que vamos conhecendo aos poucos ao longo das entrevistas e passagens de diários.

Capas da edição norte americana do primeiro e segundo volume.

O que posso dizer é o seguinte: em um galpão subterrâneo em Denver, há uma prova definitiva de que não estamos sozinhos no Universo, assim como evidências irrefutáveis de que existem civilizações que estão milhares de anos na nossa frente em termos tecnológicos. Além disso, estamos cada vez mais perto de conseguir utilizar uma parte desse conhecimento. Pode ser um salto de proporções monumentais para a toda a humanidade, e não só do ponto de vista tecnológico. Isso vai mudar a maneira como pensamos o mundo, a forma como nos vemos. Isso vai moldar o planeta, e temos a oportunidade de liderar essa mudança. Quantas vidas isso vale para você?
Pág.: 140

O livro não contém um final definitivo por fazer parte de uma trilogia, mas o seu encerramento deixa bons ganchos que devem ser explorados no próximo volume, Waking Gods (Despertar dos Deuses em tradução livre), que será lançado em 2017 nos EUA. Como a trama é bastante detalhada e cheia de surpresas, não pude revelar muito sobre ela, já que em algum momento poderia acabar contando algum spoiler e consequentemente estragar a experiência de leitura de vocês, o que não é meu objetivo. Espero que tenham a mesma surpresa e empolgação que tive ao ler esta obra, a qual já está entre uma das minhas favoritas.

A diagramação está simples, mas com um tamanho de fonte agradável e um ótimo espaçamento entre linhas. Na edição temos páginas amareladas e uma capa um tanto quanto intrigante, já que só apresenta a belíssima ilustração e o seu título, deixando o nome do autor e o logo da Suma de Letras na lombada. Não encontrei erros aparentes na revisão. Deixo a minha recomendação aos amantes do universo e da ciência.

*Ilustração presente na versão norte americana

Promoção: Apenas Um Garoto - Bill Konigsberg


Hey pessoal, tudo bem?

Quer levar para casa um exemplar desse livro maravilhoso? Para concorrer é simples, basta preencher as duas entradas obrigatórias no formulário abaixo, e você já está participando. Contudo, caso queira mais chances de ganhar, assim que as referidas entradas forem preenchidas, as chances EXTRAS serão liberadas e algumas delas podem ser usadas todo dia, ou seja, muito mais chances para você!

A opção "tweet about the giveaway/ tweetar uma mensagem" é renovada a cada 24 horas, assim, todo dia que você tweetar a frase e preencher essa entrada, seu nome será adicionado mais vezes.

Qualquer dúvida quanto ao uso do formulário basta entrar em contato pelos comentários ou pela aba de "Contato" no menu do blog.

OBS: O formulário do Rafflecopter sofreu alterações nas entradas EXTRAS para curtir a página no Facebook. Para que tal entrada seja validada, é necessário CURTIR a página, e não só visitá-la como manda o formulário.

a Rafflecopter giveaway

Importante

  1. O ganhador deverá responder ao e-mail que mandarmos em até 48 horas. Caso não o faça um novo sorteio será realizado.
  2. O livro será ENVIADO em até 30 dias úteis pela editora.
  3. O blog não se responsabiliza por danos ou extravios causados pelos Correios.
  4. Caso o ganhador forneça o endereço errado e o pacote retorne, o mesmo perderá o direito ao prêmio.
  5. O ganhador deve ser residente e domiciliado em território nacional.
  6. O ganhador que descumprir alguma das regras será desclassificado.

"Que a sorte esteja sempre a seu favor!!"

Arena 13 - Joseph Delaney

Hey pessoal, tudo bem?

Não sei se o problema é com os livros ou comigo mesmo, mas 2016 está sendo um ano farto em decepções literárias. Quem acompanha o blog sabe que sou um grande fã da escrita de Joseph Delaney e que a série As Aventuras do Caça-Feitiço está entre as minhas favoritas, contudo, não posso dizer que Arena 13 foi uma leitura proveitosa, afinal, sua narrativa foi tão boring que acabei abandonando a obra. 




Primeiro livro da nova trilogia do autor best-seller de As Aventuras do Caça-Feitiço.
Leif tem uma única ambição: tornar-se o melhor lutador da famosa Arena 13. Lá, os espectadores apostam em qual lutador vai derramar sangue primeiro. E, em ajustes de contas, apostam em qual lutador vai morrer. Mas a região é aterrorizada por Hob, um ser maligno que se deleita torturando a população e exibe o seu poder devastador desafiando combatentes da Arena 13 a lutas até a morte quando bem entende. E isso é exatamente o que Leif quer, pois ele conhece bem os crimes de Hob. E, no cerne da sua ambição, arde o desejo de vingança. Leif procura revanche contra o monstro que destruiu a sua família. Mesmo que isso lhe custe a vida.





O livro conta a história de Leif, um jovem do Sul que sonha em competir na Arena 13, um local bélico cujos combates buscam sempre derramar sangue e cortar carne humana, para então conseguir seu tão almejado acerto de contas com o Hob, um djin sanguinário que atormenta cidades e suga o sangue e a alma de suas vítimas. Contudo, para ingressar na Arena, ele precisa se tornar um discípulo e passar por um treinamento, e é aí que ele conhece Tyron, o melhor treinador que o mundo já conhecera. O caminho para conquistar seu lugar entre os discípulos do treinador será árduo, mas o protagonista não desiste facilmente. 

Hob

1. O objetivo dos combates na Arena 13 é cortar carne humana e derramar sangue. Combatentes humanos são os alvos.
2. Nenhum combatente humano pode vestir armadura, nem proteção de qualquer tipo. Coletes de couro e calções são obrigatórios; a carne humana deve ficar acessível a uma lâmina. 

A história em si é muito promissora e a ambientação desse novo mundo é muito bem feita, contudo, a forma como o autor decidiu narrar cada um dos detalhes foi o que tornou a leitura tão lenta e enfadonha. Entendo que o autor precisa mostrar para o leitor os detalhes de sua nova criação, mas penso que Joseph pecou pelo excesso. A lentidão da narrativa poderia ter sido suprida por diálogos mais dinâmicos e combates mais rápidos, mas infelizmente não foi o que aconteceu. Quem gosta de ler sobre lutas em seus mínimos detalhes vai amar Arena 13, mas infelizmente esse estilo narrativo não dá muito certo comigo. 

Os personagens são bem construídos e cativam o leitor, mas não o suficiente para fazer com que fiquemos desesperados para saber o que irá acontecer com eles, ou que sintamos na pele suas dores e anseios. Leif é o típico garoto de cidade pequena que vai para a cidade grande tentar seus sonhos no intuito de aprimorar suas técnicas para obter vingança por acontecimentos de seu passado, o que não é algo tão inovador no mercado editorial. Gostei bastante de Tyron, pois ele é bom no que faz e sabe disso. Como ele mesmo diz, a Arena 13 é o seu território. 

Leif

1. Regras de ajuste de contas.
O objetivo do ajuste de contas é matar o adversário.
(...) Pode-se degolar a garganta ou decepar a cabeça - a decisão pertence ao vencedor.

Se não fosse pela narrativa arrastada e a constante necessidade do autor de expor cada detalhe do que estava acontecendo, pelo menos até a página 150 (onde consegui chegar T_T), a obra seria um sucesso, pois reúne todos os elementos que mais prezo em um livro: um bom vilão, um protagonista que tem um objetivo em mente e corre atrás de seus sonhos, um mestre implacável e claro, muitas batalhas sanguinárias *_*.

A edição está simples, mas bem elaborada. A capa possui uma ilustração muito bem feita em tons de azul, amarelo e vermelho, e o título é feito com verniz localizado e em alto relevo. O interior conta com páginas amareladas e uma fonte e espaçamento entre linhas mediano. Recomendo que cada um leia e tire suas próprias conclusões. 

PS: A única semelhança que essa obra possui com As Aventuras do Caça-Feitiço é que ambos os discípulos, Leif e Tom, possuem um enorme desrespeito pelas regras. Os mestre dizem "não faz isso que vai dar mer$%", eles vão lá e fazem, e adivinha o que acontece.... dá mer$%!!!

Estantes e Prateleiras Para Fugir do Padrão

Hey pessoal, tudo bem?

Estava contemplando minhas prateleiras e cheguei na conclusão de que está na hora de repaginar a organização e o estilo delas. Desde que comecei minha humilde coleção, sempre optei pelas já citadas prateleiras, e não por estantes, pois, apesar desta última ser mais bonita, ela não é tão prática quando o assunto é espaço no quarto. 

Assim, escolhi algo que iria ficar bonito na parede, e ainda permitiria que eu montasse meu home office embaixo. Contudo, apesar da praticidade, já estava entediado de sempre ter que olhar para a mesma coisa sempre, e foi assim que decidi não só dar uma repaginada, como também dar algumas dicas de estilos para quem está querendo inovar na hora de montar sua biblioteca. Confira:


40% da minha Humilde Coleção*


1. Levando ao Pé da Letra

Sempre gostei de combinações, por isso as estantes em formas de letras/palavras sempre despertaram meu interesse. Esse modelo traz a paixão pela leitura de uma forma divertida e inovadora. E o interessante é que sempre pode ficar a seu critério o que sua estante irá "escrever".


Mensagem "Subliminar"

Escreva Sua Frase

2. Nerdices

Claro que não poderia deixar de homenagear meu lado nerd. As estantes/prateleiras abaixo são a personificação de tudo o que há de bom, ou seja, são tão perfeitas que devem ter sido usadas para criar As Meninas Super Poderosas kkkkkk.

Para os livros que te fazem quebrar-a-cabeça

Para os livros que te fazem viajar no tempo



Na Na Na Na Na Na Na Batmaaaaaaaaaaan

3. Amo a Natureza

As estantes que possuem o formato de flores e árvores são bem abundantes no mercado, mas isso não quer dizer que elas ainda não sejam fora do padrão, e muito bonitas por sinal. 





4. Ler e Relaxar

Por último, mas não menos importante, as famosas estantes com cadeiras/sofás embutidos, ou vice-versa. Nelas você já pode escolher o livro, sentar e começar a leitura imediatamente, sem ter que ir para o sofá/cama e ficar horas tentando achar a posição perfeita que vai te proporcionar a melhor leitura.



Queria uma dessas T_T

Muitas dessas estantes/prateleiras você acha pronta para comprar, outras são feitas sob encomenda. Você também pode sempre comprar as placas de madeira e montar sua estante da maneira mais criativa que conseguir. Abaixo selecionei um vídeo do canal Conversa (A)fiada que ensina você a fazer sua própria estante.


PS: Pretendo mudar a minha para uma no estilo a do vídeo. Já estou olhando preço de madeira e um marceneiro para fazer a instalação *__*

* Os outros 60% estão espalhados em pilhas pelos cantos da casa 😭

Meio Rei - Joe Abercrombie

Saudações, caros leitores, como vocês estão?
Joe Abercrombie é um aclamado autor do subgênero Dark Fantasy, tendo escrito livros como O Poder da Espada e Antes da Forca, conhecidos por suas tramas violentas e sanguinárias. Desta forma, fiquei um pouco ansioso quando a Editora Arqueiro anunciou o lançamento de Meio Rei, mesmo estando ciente que este provavelmente seria um romance mais direcionado aos jovens e que por efeito, não teria cenas tão brutais. 


Jurei vingar a morte do meu pai. Posso até ser meio homem, mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro.
Filho caçula do rei Uthrik, Yarvi nasceu com a mão deformada e sempre foi considerado fraco pela família. Num mundo em que as leis são ditadas por pessoas de braço forte e coração frio, ser incapaz de brandir uma espada ou portar um escudo é o pior defeito de um homem.
Mas o que falta a Yarvi em força física lhe sobra em inteligência. Por isso ele estuda para ser ministro e, pelo resto da vida, curar e aconselhar. Ou pelo menos era o que ele pensava.
Certa noite, o jovem recebe a notícia de que o pai e o irmão mais velho foram assassinados e não lhe resta escolha a não ser assumir o trono. De uma hora para outra, ele precisa endurecer para vingar as duas mortes. E logo sua jornada o lança numa saga de crueldade e amargura, traição e cinismo, em que as decisões de Yarvi determinarão o destino do reino e de todo o povo.


Nesta trama iremos conhecer Yarvi, filho caçula de Uthrik, rei de Gettland. Como havia nascido com a mão deformada era considerado uma aberração, o que fez com que seu destino fosse o de se tornar um ministro, e para que isso ocorresse, ele estudava com Mãe Gundring. Em uma de suas sessões, Yarvi recebe a notícia de que seu pai e seu irmão foram assassinados, traídos ao tentarem fazer um acordo de paz com Grom-gil-Gorm. Sem escolha, ele se vê forçado a assumir o trono deixado pelo pai, devendo se casar com sua prima, Isrium, que havia sido prometida a seu falecido irmão. Com o treinamento de Kemdal e inspirado em levar vingança aos traidores, o jovem irá lutar pelo Trono Negro após ser traído por um dos seus homens e vendido como escravo.

Mapa presente no livro.

O homem brande a foice e o machado, dissera o pai. O homem move o remo e ata o nó rapidamente. Acima de tudo, o homem segura o escudo. O homem sustenta a linha de combate. O homem permanece ao lado de seu braço direito. Que tipo de homem é incapaz de fazer qualquer uma dessas coisas?
Pág.: 15

Assumindo o primeiro volume da trilogia Mar Despedaçado, Meio Rei apresenta um começo um pouco lento, justamente pelo fato do autor ter dedicado as primeiras cem páginas para estruturar e apresentar todo o seu universo, com suas mitologias, políticas e histórico, assim como o treinamento e os motivos que geraram a sede de vingança em Yarvi. O fato do protagonista ter uma mão deformada e que por isso era considerado fraco pelas demais pessoas, foi um dos pontos mais interessantes desta leitura, pois a ideia de que não é necessário ser forte para ser um herói e conquistar seus objetivos é algo incomum na maioria dos livros de fantasia medieval, onde os mocinhos são apresentados de forma otimista, perfeita, extremamente robustos e com ótimas habilidades de luta.

Yarvi é um personagem que não demonstra força braçal, como seu pai e irmão, pois sua força recai em sua inteligência e conhecimento. Como sempre foi objeto de piadas, sua personalidade se mostrou humorada e sarcástica, mas ao mesmo tempo ressentida e insegura, geralmente evitando se envolver com outras pessoas. A sua evolução vai sendo desenvolvida ao longo da trama de forma gradual, o que pode ou não irritar alguns leitores que já esperam encontrar um protagonista que faça jus ao título. Infelizmente, os personagens secundários não foram bem desenvolvidos, mas cada um exerceu a sua função e acredito que isso se deve ao fato da história estar sempre centrada no Yarvi.

Quem já leu algum livro do autor, sabe que ele tem habilidades com as palavras, sendo capaz de provocar inúmeras sensações e sentimentos nos leitores. Em Meio Rei as coisas não foram diferentes, já que sua narrativa, feita em terceira pessoa e sob o ponto de vista do protagonista, foi competente em prender a minha atenção às páginas por horas, mesmo que o começo tenha sido pouco dinâmico. Apesar de algumas cenas serem muito detalhadas, em alguns momentos elas se mostraram mais diretas no que propunham, auxiliando assim na fluidez.

Capa do segundo volume. A versão nacional terá a mesma ilustração.

[...] - O que você nasceu para ser?
Os homens dele soltaram gargalhadas, mas as pessoas haviam zombado de Yarvi durante a vida toda, e o riso perdera a força contra ele.
- O rei de Gettland - respondeu, e dessa vez sua voz saiu fria e dura como o próprio Trono Negro.
Pág.: 201

Apesar de ser uma trilogia, Meio Rei tem o seu desfecho. Apesar dele ter sido um pouco previsível, ainda é possível ser pego de surpresa com algumas reviravoltas. Meio Mundo é o segundo volume e irá contar com um novo protagonista, mas mantendo Yarvi no plano secundário. Acredito que quem gosta de uma boa fantasia medieval irá adorar este livro.

A diagramação está simples, mas bem bem feita. O livro conta com um tamanho de fonte agradável e um ótimo espaçamento entre linhas. Na edição temos páginas amareladas, um mapa mostrando todos os reinos que se encontram próximos do Mar Despedaçado e uma capa com títulos em papel "furta cor" metalizado, bem como uma bela ilustração mostrando Yarvi. Não encontrei erros de revisão aparentes. Deixo aqui minha recomendação para todos os fãs de livros medievais e high fantasy.

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